Autumn is a second spring when every leaf is a flower.
Albert Camus
I love autumn more than any other season. It's simply charming! The sky is of a deep blue during the day. There's something very special in the air... At sunset the sky turns into a reddish colour announcing a little bit of cold. And when the evening finally comes... mmm nothing better than romance!
Italy 2007
after some wine... sheer bliss!
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Slow food
Slow Food significa dare la giusta importanza al piacere legato al cibo, imparando a godere della diversità delle ricette e dei sapori, a riconoscere la varietà dei luoghi di produzione e degli artefici, a rispettare i ritmi delle stagioni e del convivio.
Slow Food afferma la necessità dell'educazione del gusto come migliore difesa contro la cattiva qualità e le frodi e come strada maestra contro l'omologazione dei nostri pasti; opera per la salvaguardia delle cucine locali, delle produzioni tradizionali, delle specie vegetali e animali a rischio di estinzione; sostiene un nuovo modello di agricoltura, meno intensivo e più pulito. (da www.slowfood.it)
Slow Food afferma la necessità dell'educazione del gusto come migliore difesa contro la cattiva qualità e le frodi e come strada maestra contro l'omologazione dei nostri pasti; opera per la salvaguardia delle cucine locali, delle produzioni tradizionali, delle specie vegetali e animali a rischio di estinzione; sostiene un nuovo modello di agricoltura, meno intensivo e più pulito. (da www.slowfood.it)
quinta-feira, 3 de março de 2011
Language tip: break a leg
"Break a leg" is a phrase used to wish someone luck before a performance, especially among actors, as it is considered unlucky to say "Good luck!"
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
The Oscar Winners
Best film: The King's Speech
Best actor: Colin Firth
Best actress: Natalie Portman
Best director: Tom Hooper
Best supporting actor: Christian Bale
Best supporting actress: Melissa Leo
Best foreign film: In a Better World
Best actor: Colin Firth
Best actress: Natalie Portman
Best director: Tom Hooper
Best supporting actor: Christian Bale
Best supporting actress: Melissa Leo
Best foreign film: In a Better World
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
If I had my life to live over
(By Nadine Stair)
If I had my life to live over again,
I’d dare to make more mistakes next time.
I’d relax.
I’d limber up.
I’d be sillier than I’ve been this trip.
I would take fewer things seriously.
I would take more chances,
I would eat more ice cream and less beans.
I would, perhaps, have more actual troubles but fewer imaginary ones.
you see, I’m one of those people who was sensible and sane,
hour after hour,
day after day.
Oh, I’ve had my moments.
If I had to do it over again,
I’d have more of them.
In fact, I’d try to have nothing else- just moments,
one after another, instead of living so many yeas ahead of each day.
I’ve been one of those persons who never goes anywhere without a thermometer, a hot-water bottle, a raincoat, and a parachute.
If I could do it again, I would travel lighter than I have.
If I had to live my life over,
I would start barefoot earlier in the spring
and stay that way later in the fall.
I would go to more dances,
I would ride more merry-go-rounds,
I would pick more daisies.
(Nadine was an amazing 85-year-old woman, from Louisville, Kentucky, who provided the words above after someone asked her how she would have lived her life differently if she had a chance.)
If I had my life to live over again,
I’d dare to make more mistakes next time.
I’d relax.
I’d limber up.
I’d be sillier than I’ve been this trip.
I would take fewer things seriously.
I would take more chances,
I would eat more ice cream and less beans.
I would, perhaps, have more actual troubles but fewer imaginary ones.
you see, I’m one of those people who was sensible and sane,
hour after hour,
day after day.
Oh, I’ve had my moments.
If I had to do it over again,
I’d have more of them.
In fact, I’d try to have nothing else- just moments,
one after another, instead of living so many yeas ahead of each day.
I’ve been one of those persons who never goes anywhere without a thermometer, a hot-water bottle, a raincoat, and a parachute.
If I could do it again, I would travel lighter than I have.
If I had to live my life over,
I would start barefoot earlier in the spring
and stay that way later in the fall.
I would go to more dances,
I would ride more merry-go-rounds,
I would pick more daisies.
(Nadine was an amazing 85-year-old woman, from Louisville, Kentucky, who provided the words above after someone asked her how she would have lived her life differently if she had a chance.)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
What's in a name?
É, há alguns anos apareci no jornal… Mamãe ficou toda orgulhosa e comprou vários O Estado de Minas... não se contentou com aquele que levei pra ela... queria que cada um da família tivesse uma cópia... Mas não fiz nada de extraordinário, só dei sorte de ter um amigo jornalista que me indicou para a reportagem...
Bem, algumas pessoas já me perguntaram por que o nome Cristina Araújo no jornal e na placa na porta do meu escritório. Imagino que esta dúvida circule na cabeça de outras várias pessoas. Então, a resposta: Porque é meu último nome. Poderia ser só Cristina Silveira. Ou ainda Cristina Mendes. Ou Cristina Silveira Mendes Araújo, que é comprido demais. Araújo tem sido meu último nome nos últimos 17 anos e meio, desde que me casei. Poderia não ter mudado, o que não faria a mais absoluta diferença pra mim. Mas o Leo fez questão de colar o nome dele ao meu por puro romantismo. Romântica como também sou, aceitei e adorei! Na verdade, conheço poucos Araújos. Da família do Leo e alguns outros. Gosto da maioria dos que conheço. Mas não por causa do nome, por afinidade. Adoro meu sogro, cuja família é Araújo, mas adoro também minha sogra, que é Curi. O nome não tem a menor importância. Faço minhas as palavras do mestre Shakespeare, grande conhecedor da alma humana: “Qual a importância do nome? Por acaso, a rosa, se tivesse qualquer outro nome, teria um aroma diferente?” A essência, o caráter de uma pessoa não muda por causa de um rótulo. Várias pessoas usam certos nomes porque querem abreviar, por conveniência, por soar melhor, por causa da numerologia... A maioria dos meus amigos, dos meus alunos, das pessoas da família me chamam de Cris, ou Tia Cris, ou Tina, ou Cristh ou Crisola ou ainda Kiki... Que diferença faz? Sou a mesma pessoa, não importa como me chamem. A idéia de família para mim não está agregada a qualquer nome, mas à união de pessoas ligadas por amor, afinidade, afeto, cuidado um com o outro. No encontro anual de nossa família há pessoas com vários sobrenomes que foram se agregando aos nossos ao se casarem ou nascerem dentro deste núcleo. Hoje não somos só Silveira e Mendes, mas Silva, Ferreira, Soares, Sidônio, Miranda, Parrela, Moreira, Santos, Caxito, Araújo, Braga, e tantos outros que nem me lembro no momento.
Bem, o que quero dizer com isso tudo é que minha família - todos aqueles que amo, com este ou aquele sobrenome – é e sempre será muito importante para mim. Respeito a opinião de quem pensa que sobrenome vale alguma coisa, mas para mim isso é pura bobagem.
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